18/07/2014

Festival Femina exibe filmes dirigidos por mulheres ou com temática feminina

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 trajetória de duas iranianas, Kaveh e Fariba, que tinham 20 anos e eram estudantes em 1979,  quando ocorreu a revolução islâmica no Irã, virando de cabeça para baixo seus ideais de emancipação feminina, é o tema do filme Meus sapatos vermelhos, às 19h, em sessão para convidados no CineMaison, no centro do Rio de Janeiro, a 11ª edição do Festival Internacional de Cinema Feminino – Femina. Dirigido pela cineasta Sara Rastegar, iraniana radicada na França, o longa-metragem conta como a história permanece na vida íntima de gerações, mesmo com o exílio.

Meus sapatos vermelhos volta a ser exibido amanhã, às 13h, na Livraria Cultura Cine Vitória, onde, até o próximo sábado (19), 73 produções de 31 países serão exibidas para o público, em sessões a preços populares. A programação do Femina abrange longas, médias e curta-metragens, de gêneros variados, mas que têm em comum o fato de serem dirigidos por mulheres ou de terem temática feminina.

“Este ano tivemos a grata surpresa de receber produções de países que nunca haviam se inscrito nas edições anteriores, comemora Eduardo Cerveira, curador do festival que é o primeiro do gênero no Brasil e na América Latina. Para a também curadora Paula Alves, “a seleção foi muito difícil, porque houve quase 800 inscritos para esta edição”.

A programação conta com mostras competitivas nacionais e internacionais. Terá também sessões especiais, entre elas: Programa Infantil, com curtas de animação e ficção para o público infantojuvenil; Masculino-Feminino, de filmes dirigidos por homens com temática feminina; Dividindo a Conta, com filmes co-dirigidos por homens e mulheres: e Eu Gosto É de Mulher, com filmes dirigidos por mulheres e temática lésbica.

Na mostra competitiva, filmes realizados a partir de 2012 concorrem às categorias Grande Prêmio Femina, Prêmio Especial do Júri, Melhor Direção e Melhor Destaque Feminino. São 12 filmes em competição na parte nacional e igual número na internacional. Entre eles, produções da Jordânia, Catar, Guatemala, Nicarágua e Palestina - países que participam pela primeira vez do evento.

No ano em que se rememora o cinquentenário do golpe de 1964, a homenageada especial do Femina é a diretora, roteirista e produtora Lúcia Murat, que conta em sua carreira com oito longas focados no universo feminino e uma trajetória pessoal marcada pela militância contra a ditadura militar. A Memória Que Me Contam, filme da cineasta, será exibido no sábado (19) às 17h.

O estímulo ao trabalho de jovens diretoras também é uma das preocupações do Femina. É o caso de Raquel Gandra, que teve seu curta de ficção A Gal and a Gun selecionado para uma das sessões especiais do festival. O filme, uma homenagem ao gênero noir holywoodiano, ambientado em cenários cariocas, é a primeira participação dela no Femina. “O festival é uma grande oportunidade para filmes que têm grande dificuldade de entrar no mercado, não tanto por serem de mulheres, mas por se tratarem de produções independentes”, avalia a cineasta.

As relações de gênero no campo audiovisual são também tema de um seminário que o Femina promove, de quarta-feira (16) a sexta-feira (18), das 11h às 14h, também na Livraria Cultura Cine Vitória. A programação completa do festival e os horários das sessões estão disponíveis no site www.feminafest.com.br ou no Facebook.

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Via --> Paulo Virgilio - Repórter da Agência Brasil

17/07/2014

Brasil deve se preparar para se beneficiar de mudanças na economia chinesa

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Relatório do Banco Mundial (Bird), mostra que o Brasil precisa se preparar muito para conseguir se beneficiar do desenvolvimento chinês. Segundo o conselheiro econômico do Bird, Jorge Araújo, com a caminhada da China para a elevação do nível de sofisticação das suas exportações, pode haver uma demanda por bens de consumo mais tecnológicos e por serviços.

Segundo o relatório Implicações de uma China em Transformação: Oportunidades para o Brasil?, apesar de a China estar diminuindo as taxas de crescimento e seguindo para um desenvolvimento equilibrado, vai continuar sendo um território com boas oportunidades. “O que quisemos apontar neste relatório é que para o Brasil aproveitar o momento da China vai ter que fazer o dever de casa. Do jeito que o Brasil anda, teria problemas para penetrar nesse mercado”, explicou Araújo.

Questões de logística, transporte e política tributária, qualidade de prestação de alguns serviços, estão entre os entraves brasileiros. Além disso, segundo Araújo, o Brasil está sofrendo uma tendência ao investimento de recursos em setores de serviço de baixa produtividade.

O documento ressalta ainda que a procura chinesa por produtos agrícolas e alimentares pode crescer de 11% a 13% até 2030. Com relação ao setor de manufaturas, no qual o Brasil e a China concorrem, o impacto na economia brasileira vai depender da adaptação do mercado brasileiro à concorrência de alto nível dos chineses.


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Via --> Aline Leal - Repórter da Agência Brasil

16/07/2014

Em balanço, governo destaca legado e estima que Copa movimentou R$ 30 bilhões

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O governo ainda não tem um número exato de quanto a Copa do Mundo 2014 poderá gerar para a economia brasileira. Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, há estudos que mostram que a Copa pode impactar em R$ 30 bilhões as finanças do país, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe/USP), ou 1% do Produto Interno Bruto, de acordo com levantamento que ainda está em curso. “Temos que apurar e fazer uma análise mais abrangente. As informações ainda não estão todas disponíveis e nem foram processadas”, ponderou.

O governo divulgou um balanço da Copa do Mundo com a presença de ministros e da presidenta Dilma Rousseff. “O que fica para o Brasil é toda a infraestrutura, todo o desenvolvimento, esse enorme esforço trabalhado que um conjunto de órgãos teve para organizar a Copa do Mundo”, disse a presidenta. Segundo Dilma, o Brasil ficará não apenas um legado material, mas um legado imaterial.

Um dos impactos positivos, na avaliação do governo, foi um acréscimo no turismo. O país recebeu 1 milhão de visitantes estrangeiros para a Copa e 95% deles pretendem voltar ao Brasil. Na infraestrutura, dois ministros comemoraram a ausência de falhas durante o Mundial. Nas Comunicações, de acordo com o ministro Paulo Bernardo, foram 517 horas de transmissão do Brasil para o mundo, envolvendo cerca de 20 mil profissionais de comunicação vindos de pelo menos 113 países.

No setor elétrico, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que não houve nenhum incidente no fornecimento de eletricidade nos estádios por conta do planejamento do órgão, que executou mais de 200 obras para garantir o suprimento de energia para a Copa.

Na segurança, o governo também comemorou a atuação e destacou a possível utilização dos Centros Integrados de Comando e Controle (CICCs) para monitoramento de estradas e fronteiras como legado.

O ministro das Cidades, Gilberto Occhi, destacou o resultado da Copa no que diz respeito à mobilidade urbana. Ele citou a estrutura criada para levar os torcedores para as áreas próximas aos estádios como exemplo das mudanças promovidas no setor durante o torneio. “Tivemos estrutura para promover de forma rápida e segura o transporte de torcedores para as arenas. Independente da Copa do Mundo, as obras deixam um legado de infraestrutura para todas a população brasileira”.

Segundo Occhi, as obras de mobilidade previstas para a Copa e que não ficaram prontas a tempo, ainda serão entregues. O ministro lembrou o acidente ocorrido em Belo Horizonte, em que um viaduto em obras desabou, matando duas pessoas. “O governo federal lamenta essas mortes mas, de maneira pronta e rápida, cobrou da prefeitura a apuração da causa e trouxe a necessidade de apurar o que ocorreu e responsabilizar quem deu causa a esse acidente”.

Em relação à saúde, o número de atendimentos foi inferior ao esperado para grandes evento. Segundo o ministro da Saúde, Arthur Chioro, foram 7.055 atendimentos nos estádios, 0,2% do público total. O parâmetro internacional para atendimentos médicos em eventos de massa é de 1% a 2% do público. Fora das arenas, o total de atendimentos foi 17.042.

"Havia um certo temor de que viveríamos uma epidemia de dengue, que teríamos casos de ebola, sarampo, chikungunya, acidentes com escorpião, cobra. Quero dizer que não tivemos nenhum caso de saúde pública digno de registro”, disse Chioro.

O Ministério das Relações Exteriores registrou 3.380 ocorrências envolvendo torcedores estrangeiros, atendidos pelo Itamaraty.  Segundo a pasta, foram promovidos pelas embaixadas brasileiras no exterior, 78 eventos  ligados à Copa.

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Via --> Mariana Tokarnia, Helena Martins e Marcelo Brandão -Repórteres da Agência Brasil

15/07/2014

Mato Grosso divulga dados atualizados de Influenza

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A Secretaria de Estado de Saúde informa que, de 1º de janeiro a 14 de julho de 2014, foram notificados 160 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave


 A Secretaria de Estado de Saúde informa que, de 1º de janeiro a 14 de julho de 2014, foram notificados 160 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Mato Grosso, sendo 38 positivos para Influenza H1N1, dois positivos para Influenza H3 Sazonal, 58 casos positivos para Síndrome Respiratória Aguda Grave e 62 casos em investigação.


Os municípios que registraram ocorrência de SRAG – H1N1 foram Cuiabá (14) Várzea Grande (05), Rosário Oeste (01), Tapurah (01), Guarantã do Norte (01), Jaciara (01), Rondonópolis (03), Paranatinga (02), Tangará da Serra (05), Comodoro (01), Juara(01) e Campinapolis (03).


Foram confirmados 20 óbitos por gripe, sendo 16 por H1N1, registrados nos municípios de Cuiabà (05), Comodoro (01), Rosário Oeste (01),Várzea Grande (02), Tapurah (01), Jaciara (01), Guarantã do Norte (01) , Paranatinga (01) e Tangará da Serra (03). Quatro óbitos continuam em investigação, sendo um em Juscimeira, um em Rondonópolis e dois em Cuiabá.


PREVENÇÃO: lavar as mãos com frequência, em especial ao retornar para casa, antes de preparar e/ou consumir qualquer alimento, antes de qualquer serviço, depois de tossir ou espirrar, após usar o banheiro; lavar os brinquedos das crianças com mesmo quando não estiverem visivelmente sujos; restringir contato de familiares portadores de doenças crônicas e gestantes com o doente; utilização de máscara pelo doente; evitar aglomerações de pessoas e ambientes fechados, em especial na época de epidemia; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; evitar sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até cinco dias após o início dos sintomas); vacinação contra influenza para a prevenção da doença e suas consequências. A lavagem das mãos deve ser feita com utilização de sabão, lavando inclusive os espaços entre os dedos e os pulsos, durante no mínimo uns 15 segundos, enxaguando e secando com toalha limpa.

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Via -->Agência da Notícia com Cenário MT

02/07/2014

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas para o Ciência sem Fronteiras

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Em nova etapa, o Programa Ciência sem Fronteiras deve oferecer mais 100 mil bolsas em instituições de ensino estrangeiras, de 2015 a 2018, de acordo com anúncio, da presidenta Dilma Rousseff. Lançado em 2011, o programa tinha por meta a concessão de 101 mil bolsas - 75 mil bancadas pelo setor público e 26 mil por empresas privadas. Até o momento, foram efetivadas 83.184 bolsas. De acordo com Dilma, a meta será cumprida com as chamadas que serão lançadas em setembro deste ano. Hoje, foram assinadas 5,2 mil bolsas por empresas, das quais 5 mil pela Petrobras.
"Cada vez mais esse programa vai ter uma interface com todos os demais programas de formação educacional e produção científica e tecnológica do Brasil. Foi feito para garantir ao Brasil condições de gerar, aqui, inovação", disse.

Ela destacou a importância do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no contexto do programa, uma vez que para participar do Ciência sem Fronteiras é preciso tirar no mínimo 600 pontos no exame. "Essa é uma das portas dos caminhos abertos pelo Enem", ressaltou. Para participar, é preciso também proficiência em uma segunda língua.

O ministro da Educação, Henrique Paim, apresentou um balanço do programa, e disse que do total de bolsas ofertadas, 52% são nos diferentes ramos de engenharia. "É um avanço para o país, que muitas vezes não consegue avançar nessas áreas". O programa é desenvolvido pelo Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O MEC distribui 65% das bolsas, via seleções da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Paim também destacou a contribuição dos pesquisadores estrangeiros ao Brasil. "A vinda dos estudantes do exterior nos mostrou que temos que avaliar e refletir em torno do nosso ensino superior. Eles dão ênfase à parte prática, e este é um esforço que estamos fazendo".

O objetivo do programa é promover a mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores, e incentivar a visita de jovens pesquisadores altamente qualificados e professores seniores ao Brasil. O Ciência sem Fronteiras oferece bolsas, prioritariamente, nas áreas de ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde.

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Via AgênciaBrasil

01/07/2014

Unesco alerta que há 58 milhões de crianças até 11 anos sem escolaridade

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) alertou para a existência de 58 milhões de crianças entre os 6 e os 11 anos sem escolaridade, o que torna impossível alcançar a meta de uma educação primária universal até 2015.

O número deve-se em grande parte ao elevado crescimento demográfico na África Subsaariana, onde existem atualmente 30 milhões de crianças sem escolaridade, indica relatório da Unesco divulgado hoje em Paris.

Segundo a organização, se se mantiver a atual tendência, cerca de 43% dos menores sem escolaridade em todo o mundo – 15 milhões de meninas e 10 milhões de meninos – nunca pisarão em uma sala de aula.

O documento cita, por outro lado, que 17 países reduziram em 86% o número de crianças sem escolaridade em pouco mais de uma década, como o Burundi, Marrocos, Nepal, a Nicarágua e o Vietnã.

“É possível conseguir mudanças positivas” com medidas como a adequação do currículo escolar e o apoio financeiro às famílias necessitadas, aponta o estudo.

A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, considera que os novos dados confirmam a impossibilidade de se conseguir educação primária universal até 2015. Nesse sentido, defende ser preciso fazer “soar o alarme e reunir a vontade política necessária” para garantir o respeito pelo “direito à educação para todas as crianças do mundo”.

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Via AgênciaBrasil

30/06/2014

Mato Grosso lidera exportações em maio com 17,8% do desempenho nacional

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O Paraná vem em seguida com US$ 5,475 bilhões, o Rio Grande do Sul com US$ 4,305 bilhões e Minas Gerais em 5º lugar com US$ 2,982 bilhões
A queda de 16,3% nos embarques de São Paulo no mês de maio, ante o ano passado, proporcionou a Mato Grosso o primeiro lugar no ranking das exportações novamente. Os US$ 1,722 bilhões de Mato Grosso representam uma fatia de 17,8% dos US$ 9,654 bilhões em produtos do agronegócio enviados pelo Brasil ao exterior.

As informações são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que revela ainda um embarque de US$ 1,498 bilhão feito por São Paulo no quinto mês de 2014.

Em 2013 o Estado da região sudeste havia ocupado o primeiro lugar com US$ 1,788 bilhão embarcados e Mato Grosso o segundo lugar com US$ 1,621 bilhão.

Segundo o Mapa, o Rio Grande do Sul mesmo com recuo de 12,9% nas exportações manteve-se em terceiro lugar com US$ 1,399 bilhão enviados. O Paraná manteve-se em quarto com US$ 1,277 bilhão, volume este 7,3% inferior ao verificado em maio de 2013.

Minas Gerais é considerada uma surpresa. O seu aumento de 9,4% nas exportações proporcionou que sua posição salta-se da 7ª colocação em 2013 para a 5ª em 2014 com US$ 703,2 milhões em commodities enviadas ao exterior.

Ano

Apesar do bom desempenho verificado em Mato Grosso nos últimos três meses com o termino da colheita da soja, principal commoditie exportada pelo Estado, no acumulado do ano o ranking do maiores Estados exportadores se inverte. Por mais que os embarques em 2014 feitos por São Paulo tenham caído 13%, o mesmo se mantém líder com US$ 7,293 bilhões. São Paulo é responsável por 18,5% das exportações nacionais, tendo-se em vista ser grande produtor de derivados da cana-de-açúcar, indústria petrolífera e automobilística.

Em 2014, de janeiro a maio, as exportações mato-grossenses registraram US$ 6,985 bilhões, 1,5% a mais que o ano passado. O Estado é responsável por 17,7% dos embarques nacionais.

O Paraná vem em seguida com US$ 5,475 bilhões, o Rio Grande do Sul com US$ 4,305 bilhões e Minas Gerais em 5º lugar com US$ 2,982 bilhões.

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Via Agência da Notícia com Agro Olhar